Este é o lugar onde dúvidas se formam e certezas se dissipam. Na cosmogonia dos weblogs um lugar situado entre o cepticismo e a certeza de que há um futuro a cumprir
Friday, August 04, 2006
Sem medo
Há um estreito de melancolia por entre as brumas do teu olhar
Há um choro mal contido Nos teus lábios de vinho tremendo
E Há uma poesia não dita no chão pousada Sem vento e sem medo
10 Comments:
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Medo haverá, poesia talvez não. Ou o contrário. A História dá-nos exemplos estranhos. Um bom dia. Sem fogo.
Algures e de alguma forma, já me disseram isso mesmo... e, por isso, diz-me muito. ;-*
Olá bacano! Tá giro :-)
PS- Sem medo e com alguma poesia te digo que te linkei ao meu covil.
plo visto aqui o medo triunfa... Ou será a falta de tempo?
Nada mal.
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Então?... Começou e parou?...
A curiosidade anda no ar!...
Vamos lá continuar.
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Peço perdão por ter apagado o meu comentário, mas não gostei do erro que tinha. Este é o mesmo mas sem o erro:
Os olhos dizem: "...gosto mas não me atrevo!..."
Atitude estranha de quem ama profundamente.
Isto, porque o amor "é cego", nada mais vendo para além do "amor".
Maria
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